A dica Literaria do Mês é:
Maze Runner.
1ª livro - Maze Runner - Correr ou Morrer, lançado em 2010.

Sinopse:
Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que
Thomas consegue se lembrar é de seu nome. Sua memória está
completamente apagada. Mas ele não está sozinho. Quando a caixa metálica
chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por
garotos. “Bem-vindo à Clareira, Fedelho.” A Clareira. Um espaço aberto
cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como
foi parar ali. Nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas
de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E
que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém um
fato altera de forma radical a rotina do lugar: chega uma garota, a
primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que
ela traz consigo. Thomas será mais importante do que imagina. Mas para
isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e
correr... correr muito.
2ª livro - Prova de Fogo, Lançado em 2011.
Sinopse:
O Labirinto foi só o começo... o pior está por vir. Depois de superarem
os perigos mortais do Labirinto, Thomas e seus amigos acreditam que
estão a salvo em uma nova realidade. Mas a aparente tranquilidade é
interrompida quando são acordados no meio da noite por gritos
lancinantes de criaturas disformes – os Cranks – que ameaçam devorá-los
vivos. Atordoados, os Clareanos descobrem que a salvação aparente na
verdade pode ser outra armadilha, ainda pior que a Clareira e o
Labirinto. E que as coisas não são o que aparentam. Para sobreviver
nesse mundo hostil, eles terão de fazer uma travessia repleta de provas
cruéis em um meio ambiente devastado, sem água, comida ou abrigo. Calor
causticante durante o dia, rajadas de vento gélido à noite, desolação e
um ar irrespirável – no Deserto do novo mundo até mesmo a chuva é a
promessa de uma morte agonizante. Eles, porém, não estão sozinhos – cada
passo é espreitado por criaturas famintas e violentas, que atacam sem
avisar. Manipulação, mentiras e traições cercam o caminho dos Clareanos,
mas para Thomas a pior prova será ter de escolher em quem acreditar.
3ª livro - The Death Cure,

fonte : http://tudosobrelivrosemais.blogspot.com.br/
Nossa Dica Literária é:
Armadilha para lobisomem
Sinopse - Armadilha para lobisomem - Luiz Roberto Guedes (PDF)
Como capturar um lobisomem? O jeito mais fácil é pegá-lo pelo coração. Uma poderosa empresa de biogenética pretende apossar-se do raro DNA de Tiago Lobo, o professor lobão. Para atrair sua presa, os vilões providenciaram uma armadilha de olhos verdes: uma bela para a fera. A linda doutora Liana Monteverde, à frente do quarteto de brucutus trapalhões, os Wolf Hunters - Caçadores de Lobo. O amor chega para o licantropo quando Lobão está empenhado a levar seu time juvenil de futsal até a vitória final no campeonato. A paixão será um punhal de prata no coração do lobisomenm. Como disse o poeta, "contra o fero amor nunca houve escudo". Uma história de amor com sabor gótico, muito humor e um final surpreendente.
O Livro da Vez é As Aventuras de Um lobisomem banana:compre por aqui
Do autor premiado da série Diário de um vampiro banana, uma nova aventura com uma dose extra de mordidas!
Luke Torpe é um lobisomem de 15 anos. Ótimo aluno em matemática e péssimo em educação física, ele não é o tipo que você pode esperar ver uivando para a lua cheia. Ainda que ele se veja fazendo exatamente isso – e outras coisas cabeludas – enquanto descobre sua identidade: ele é um lobisomem adolescente.
Luke Torpe é um lobisomem de 15 anos. Ótimo aluno em matemática e péssimo em educação física, ele não é o tipo que você pode esperar ver uivando para a lua cheia. Ainda que ele se veja fazendo exatamente isso – e outras coisas cabeludas – enquanto descobre sua identidade: ele é um lobisomem adolescente.
Vale a pena ler muito divertido e animado, vcs vão adorar!
Atormentados pelos crimes que cometeu em seu primeiro ano como bruxo, tudo que Hugo mais queria naquele início de 1998 era paz de espírito, para que pudesse ao menos tentar ser uma pessoa melhor. Porém, sua paz é interrompida quando uma comissão truculenta do governo invade o Rio de Janeiro, ameaçando uniformizar todo o comportamento, calar toda a dissensão, e Hugo não é o único com segredos a esconder. Para combater um inimigo inteligente e sedutor como o temido Alto Comissário, no entanto, será necessário muito mais do que apenas magia. Será preciso caráter. Mas o medo paralisa, o poder fascina, e entre lutar por seus amigos, ou lutar por si próprio, Hugo terá de enfrentar uma batalha muito maior do que imaginava. Uma batalha com sua própria consciência.
Olá, Pessoas! Saudades de compartilhar minhas emoções com vocês. Hoje essa é a palavra adequada: “emoções”. Muitas emoções. Várias delas impossíveis de serem descritas!
Você já betou um livro (ler um manuscrito antes do livro estar pronto)? E a rara oportunidade de participar, junto com o próprio autor, da revisão do livro, debatendo possibilidades e sugerindo detalhes? Não? Pois é! Essa foi a honra que a autora Renata Ventura me concedeu ao escrever “A Comissão Chapeleira” – segundo volume da saga A Arma Escarlate. Alguns dizem que o trabalho que fiz foi um meio termo entre leitura crítica e parecerista. Eu diria que o que fiz foi participar de algo completamente novo para mim, enquanto lia em primeira mão um dos livros mais.. mais…. mais….
Desculpem! Não existe um adjetivo. Sim, estou emocionado! Sim, estou tendencioso depois do material que li! Sim, estou maravilhado pela honra que a autora me deu ao me permitir opinar em diversos trechos do livro! Mas isso muda o fato de que a narrativa do livro é algo desgastante? Por ‘desgastante’ você pensou em algo cansativo e chato, não foi? Pois você errou!
A narrativa é desgastante pois a autora consegue envolver o leitor sem que ele perceba e arrastar o leitor por todas as emoções que um ser humano pode sentir.
Hugo Escarlate não é um exemplo de pessoa. Em sua defesa existe a época e o ambiente em que ele foi criado, que moldaram sua personalidade com a carapaça de um sobrevivente. Como brinde, ele é apenas um garoto de 14 anos com toda a “maturidade” e “sabedoria” de um adolescente. Renato Russo, em uma de suas inúmeras composições, escreveu “Não sou mais tão criança a ponto de saber tudo”. Hugo nunca ouviu essa canção…
Depois de tudo que ele aprontou em “A Arma Escarlate”, ele se tornou menos arredio, pelo menos para os Pixies, que o adotam como só os verdadeiros amigos podem adotar alguém. Mas o ‘Adendo’ (apelido dado ao ele pelo Viny), como diz a sinopse, tem segredos a esconder. Todos os erros têm seu preço e, mais cedo ou mais tarde, é preciso pagar por eles.
Então, as aulas recomeçam. O mundo bruxo brasileiro segue seu rumo natural e conservador. De repente, o natural deixa de ser natural, o conservador passa a ser mais do que apenas conservador, e o título do livro surge na forma de uma comissão uniformizada usando chapéus-coco e… bem… o conservador e o padronizado possuem uma semelhança muito grande e para manter um ideal de padrões definidos por alguém que simplesmente tem o poder de defini-los, a situação pode gerar – como eu posso explicar? – descartes talvez não seja a palavra correta. Existe uma palavra correta?
É impressionante como a pesquisa que a Renata faz sobre a própria história do Brasil mostra indícios a todo momento. A Comissão Chapeleira sugere questionamentos sociopolíticos que remetem à época da ditadura militar no país. Nos ideais dúbios do comunismo que rivalizava com a ditadura. Com os extremos que seres humanos chegam, alguns para defender ideias em que acreditam, outros para defender seus próprios interesses em benefício próprio.
Nesse ponto, voltamos ao próprio Hugo. Que interesse próprio pode existir para manter segredos? E quando conseguimos deixar de ser tão crianças para assumir que nem sempre sabemos o que estamos fazendo? E a maneira como os amigos (e inimigos) surgem nesses momentos para testar nosso caráter e nos fazer amadurecer. Na vida, isso ocorre de maneira lenta, dolorosa e mesmo tediosa. Na narrativa da Renata, isso acontece na visão de diversos personagens, e ela arrasta o leitor para um novo modo de sentir e pensar as próprias decisões. Ela rasga o leitor por dentro e, quando muda de cena, costura a ferida para que na cena seguinte possa deixar o leitor eufórico só para enchê-los de receio em uma cena imprevisível ou queimar completamente os olhos do leitor com lágrimas de raiva ou medo ou indignação e claro, de alívio também. Foi exatamente isso que quis dizer ao escolher o adjetivo “desgastante” quando falei da narrativa da autora. Do enredo, não posso falar mais do que a sinopse do livro sem dar spoilers.
Meu “parecer” sobre essa obra? Não é para todos os públicos, pois possui cenas realmente fortes. Mas antes que leiam, venho avisar a todos que encomendem dois corações a mais, porque A Comissão Chapeleira é o livro mais tenso, emocionante, inspirador e desesperador que eu já li. Este livro é mais do que uma continuação de “A Arma Escarlate”. É uma obra de arte que nos deixam completamente sem chão.
X páginas, Editora Novo Século, publicado em 2014.
Font: http://www.carpelibri.com.brLeandro Borges do Nascimento, leitor e metamorfose ambulante.



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